segunda-feira, 14 de outubro de 2013

PM RELATA SESSÃO DE TORTURA E MORTE DO PEDREIRO AMARILDO E INCRIMINA OUTROS CINCO POLICIAIS


A CADA DIA O CASO DO DESAPARECIMENTO E MORTE DO PEDREIRO AMARILDO DE SOUZA FICA MAIS ESPANTOSO. Houve uma verdadeira ação organizada de Policiais da UPP da Rocinha para tentar obter mediante tortura, informações que os policiais acreditavam que ele teria, sobre armas e drogas em esconderijos na Favela. Os PMs parece que "erraram na dose" da brutalidade e desmando, e acabaram matando Amarildo. Depois, para tentar encobrir o crime, desapareceram com o corpo.

Depoimento de PM incrimina mais cinco policiais no caso Amarildo
Jornal do Brasil

Um policial militar da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, na Zona Sul do Rio, prestou depoimento no Ministério Público e incriminou mais cinco colegas pelo desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, além dos dez já indiciados e presos. 

Segundo o RJTV, da Rede Globo, esse PM contou que recebeu ordens do tenente Medeiros para que todos ficassem dentro do contêiner da UPP. De lá, ouviram gritos de dor, agressões, barulhos de choques e sons de uma pessoa sendo asfixiada. Segundo a versão do PM, a sessão de tortura teria durado cerca de 40 minutos. 

Logo depois, o policial disse que ouviu uma movimentação na mata atrás do comando da UPP.

Por isso, policiais civis voltaram à Rocinha nesta segunda-feira na tentativa de encontrar o corpo de Amarildo, desaparecido desde 14 de julho. 

O policial que fez as novas denúncias não teve a identidade revelada e está sob proteção.

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