quarta-feira, 31 de julho de 2013

SÉRGIO CABRAL DEVOLVE ALDEIA MARACANÃ QUE TOMOU À FORÇA DOS ÍNDIOS

QUER  VIRAR SANTO CABRAL ?

O Governador Sergio Cabral anda tendo violentas crises de consciência. Depois de admitir que estava precisando calçar as sandálias da humildade e que o poder havia lhe subido à cabeça, Cabral desistiu de demolir o Estádio Célio de Barros e o Parque Aquático Rinaldo Delamare. Agora resolveu devolver a ALDEIA MARACANÃ que havia tomado na marra dos ÍNDIOS. Nesse ritmo, se espera que o governador em breve dê um aumento aos servidores do Estado, reverta o processo de PRIVATIZAÇÃO DESENFREADA DA SAÚDE PÚBLICA, promovendo concursos e acabando com as OSs e tomando de volta para o controle do Estado o transporte de BARCAS. Quando Cabral demitir o Secretário Sérgio Côrtes, eu vou ter certeza que ele está pronto para ser "canonizado".

VIVA OS ÍNDIOS

Prédio do antigo Museu do Índio voltará aos indígenas, decide governo do Rio
Vladimir Platonow - Agência Brasil

Rio de Janeiro – Depois de uma luta que durou vários anos e de uma desocupação traumática no último mês de março, feita com violência policial e uso de bombas de gás, os índios podem finalmente comemorar a retomada do prédio do antigo Museu do Índio, ao lado do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã. Antecipado na última segunda-feira (29) pelo governador Sérgio Cabral, a devolução do imóvel aos índios começou a ser concretizado ontem (30), após reunião entre a secretária estadual de Cultura, Adriana Rattes, e diversas lideranças indígenas.

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A informação foi divulgada hoje (31), em nota da Secretaria Estadual de Cultura. Segundo o texto, estiveram presentes ao encontro com a secretária representantes de diversas etnias, incluindo Afonso Apurinã, Carlos Tukano, Garapirá Pataxó, Marize Guarani e Iracema Pankararu. Ficou decidido que haverá uma nova reunião no próximo dia 6, para começar a definir a elaboração do projeto, como nome, estrutura, cronograma e modelo de gestão do futuro Centro Estadual de Estudos e Difusão da Cultura Indígena.

Adriana Rattes propôs que o centro seja criado como uma instituição pública estadual e sugeriu que tenha na sua estrutura um conselho permanente formado por representantes do Instituto Tamoyo/Aldeia Maracanã, de índios de outras etnias que se interessarem em participar e de entidades e pessoas da sociedade civil ligadas à causa indígena.

“Os objetivos principais do centro serão os de promover, preservar e difundir a história, os valores, os conhecimentos e todos os aspectos culturais dos indígenas brasileiros, com foco especial nos grupos que vivem ou viveram nas diversas regiões do estado do Rio de Janeiro. O centro será ainda um ponto de formação, referência e apoio para os índios contemporâneos, diante dos desafios e das transformações culturais por que passam as diversas etnias em suas vivências nas aldeias e também no espaço urbano”, diz a secretaria em nota.

O prédio do antigo Museu do Índio foi construído no século 19 e abrigou o Serviço de Proteção ao Índio, comandado pelo Marechal Cândido Rondon. Transformado em museu, o local teve entre seus diretores o antropólogo Darcy Ribeiro. O governo do Rio cogitou demolir o prédio, como parte das obras de reforma do Maracanã, mas, depois dos protestos, desistiu e chegou a planejar a instalação de um museu olímpico no local.

Edição: Aécio Amado

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